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BLOG ALINE RIBEIRO

Minhas sinceras desculpas a todas as pessoas que possam passar pela minha vida, mas eu vou escolher a mim, sempre que preciso for. 
Porque durante muito tempo eu escolhi o outro. Eu fiz pelo outro o que esqueci de fazer por mim. Eu amei o outro, dando tanto de mim a ponto de, muitas vezes, nĂŁo me ter mais por completo.

Eu me entregava para o outro e esquecia que o mais importante, era me ter no fim de tudo.
É por isso que penso: eu jamais vou me trocar por ninguĂ©m nesse mundo. NĂŁo mais. Mesmo que me doa abrir mĂŁo.
Ainda que partir seja mais um processo a ser superado, sĂł existe uma regra: Se nĂŁo me faz bem, nĂŁo me farĂĄ falta.
Hoje eu escolho a mim, porque sim. Porque ser eu é tudo o que resta quando ninguém mais estå aqui.
Porque eu entendo que a minha capacidade de amar é gigantesca e o não preciso do mínimo que alguém queira me dar. E tudo bem se algum dia eu olhar para o espelho e não encontrar as respostas que procuro.
Porque eu entendo também que não é nos outros que eu vou encontrar essas respostas.
Eu compreendo que não serå ninguém que me salvarå das tempestades internas e dos dias frios.
Escolho a mim, mesmo com todos os defeitos e inseguranças. Porque eu sei que quando as coisas estiverem ruins, eu estarei aqui.
Porque nĂŁo Ă© no outro que estĂĄ a felicidade que por tanto tempo procurei, Ă© aqui, comigo, na minha pele, no meu corpo, dentro de mim.
Texto retirado de ResiliĂȘncia.mag e escrito por IĂąnde Albuquerque

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sĂĄbado, novembro 17, 2018 No comentĂĄrios

VocĂȘ serĂĄ feliz, disse a vida, mas primeiro o tornarei forte e resiliente. Farei vocĂȘ renascer. Ajudarei a segurar os solavancos, a remar contra o vento e a marĂ©, a aprender e a abrir com suavidade o tesouro da fortaleza emocional.
Porque eu, a vida, sou feita de momentos bons e ruins, de dificuldades e de oportunidades, de momentos especiais, de pegadas, de cicatrizes, de companhia, de solidĂŁo, de ansiedade, de sossego e dessa sabedoria que refletimos sobre os problemas mais caĂłticos.
E Ă© quando examinamos a nossa histĂłria que compreendemos que tudo aquilo que vivemos forma a nossa personalidade; pois Ă© a dor das feridas que nos constrĂłi e nos ajuda a aceitar, a enfrentar e a nos transformarmos em meio Ă s adversidades.
Porque nunca sabemos o quanto somos fortes atĂ© que ser forte se torna a nossa Ășnica opção. É neste momento que nos vemos obrigados a contemplar outras realidades mais diversas e menos centradas em nĂłs mesmos e em nossos desejos.
Assim como disse a psiquiatra especialista em morte e cuidados paliativos Elisabeth KĂŒbler-Ross, “As pessoas mais belas com as quais me encontrei sĂŁo aquelas que conheceram a derrota, conheceram o sofrimento, conheceram a luta, conheceram a perda e encontraram sua forma de sair das profundezas. Estas pessoas tĂȘm uma apreciação, uma sensibilidade e uma compreensĂŁo da vida que nos enche de compaixĂŁo, humildade e uma preocupação amorosa profunda. As pessoas belas nĂŁo surgem do nada”.

Texto retirado de ResiliĂȘncia.



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terça-feira, setembro 25, 2018 No comentårios
Como diz Caetano Veloso, “Quando a gente gosta, Ă© claro que a gente cuida” E como a gente cuida de alguĂ©m que gostamos?
Falando “eu te amo” a cada 10 minutos? NĂŁo. Acontece que amor, o verdadeiro amor, quando sentido, Ă© diferente. É muito fĂĄcil dizer que ama alguĂ©m no automĂĄtico. Posso falar “eu te amo” pra amiga, pra vizinha, ou para qualquer outra pessoa.

É muito fĂĄcil falar “vou ficar pra sempre com vocĂȘ” ou um “nunca vou te trair” mas sabemos que qualquer tipo de promessa pode ser quebrada a qualquer momento, ela simplesmente pode acabar o relacionamento, ou ele te trair. Dessa forma, agimos sem pensar, como se as palavras valessem como garantia, ou como um contrato assinado.
Existem pessoas que tĂȘm dificuldade de expressar seus sentimentos verbalmente, e preferem demonstrar com pequenas atitudes.
Sabe aquela ligação despretensiosa no meio do dia pra saber como vocĂȘ estĂĄ? E quando ele pergunta se vocĂȘ jĂĄ almoçou?
VocĂȘ acha que essa pessoa perguntou por perguntar? Talvez pra puxar assunto? Ou entĂŁo, sabe quando vocĂȘs saem juntos, e ele pede pra vocĂȘ avisar quando chegar em casa?
E quando vocĂȘs terminam a conversa e ele solta um “Se cuida” como quem, na verdade, quer cuidar de vocĂȘ.
Pequenos gestos dizem muito mais que um “eu te amo”
Uma hora o amor chega de mansinho, sem pedir licença. Chega assim do nada, ocupando todo o espaço do coração. E devagarzinho, ele vai se instalando cada vez mais, até se transformar em algo vital. O amor nos faz mudar. Nos traz paz, nos faz querer ser pessoas melhores.
O amor nos ensina ser mais pacientes, nos mostra que ser feliz sozinho é bom, mas que ter alguém pra dividir essa felicidade é melhor ainda.
O amor nos torna inatingíveis, nos då coragem, força. O amor engrandece a alma, traz paz, leveza, e sem muita cerimÎnia, faz nosso coração acelerar, e nossa alma florescer.
O amor Ă© combustĂ­vel, e estĂĄ nos pequenos detalhes, e sĂŁo esses pequenos gestos que sustentam um relacionamento.
Acredite, pequenas atitudes nos fazem sentir muito mais amados, do que qualquer “eu te amo”.
Caetano ainda diz que “Um carinho Ă s vezes cai bem” e convenhamos, sentir-se especial quando vocĂȘ estĂĄ precisando de carinho e atenção, nĂŁo tem preço.
*Texto escrito por: Larissa Dias, retirado de ResilĂȘncia Mag.
terça-feira, abril 03, 2018 No comentårios
Somos rodeados e bombardeados, o dia todo, todos os dias, por regras, preceitos, receitas e conselhos sobre o que fazer ou não. Leis regem nossa conduta em sociedade, no trabalho, no trùnsito, até nos procedimentos quando de nossa morte. Obviamente, limites são necessårios, quando vivemos em sociedade, no entanto, hå que se ponderar acerca do que realmente tomarmos para a nossa vida, ou sufocaremos nossa jornada sob o peso do que esperam que nós façamos.

NĂŁo sou obrigado a concordar com aquilo que nĂŁo condiz com o meu modo de pensar, sĂł para agradar os outros. Tenho sonhos prĂłprios, sentimentos Ășnicos, vontades minhas, ou seja, ninguĂ©m me conhece melhor do que eu, portanto terei que tentar viver as minhas verdades da melhor maneira possĂ­vel, discordando do que me contradiz, ou respiro feito robĂŽ, infeliz e frustrado.

NĂŁo sou obrigado a engolir a seco quando elevam a voz sem razĂŁo, quando me sinto ofendido em minha dignidade, quando me agridem deliberadamente. Para que eu alcance minha autonomia enquanto pessoa, para que eu seja respeitado como cidadĂŁo, terei que me impor, que me fazer enxergar. O outro sĂł saberĂĄ atĂ© onde pode avançar sobre mim, caso eu esclareça os limites de minha paciĂȘncia.


NĂŁo sou obrigado a insistir em um relacionamento jĂĄ fadado ao fracasso, por medo de desistir, de recomeçar, de me dar novas chances de ser feliz. Minhas desistĂȘncias sĂŁo corajosas, sĂŁo pensadas, repensadas, demandam tempo e muitas lĂĄgrimas. Manter-me preso a um vazio de dois que sĂł machuca, por conta dos olhares opressores de quem nĂŁo mora comigo, nem divide meu arroz e feijĂŁo, Ă© uma das piores atitudes que eu posso tomar.
NĂŁo sou obrigado a fingir que gosto de quem nĂŁo me faz bem, de quem nĂŁo acrescenta, nĂŁo soma, nem nĂŁo nada. Desde que eu mantenha o respeito, nĂŁo distribuirei sorrisos amarelos a gente falsa, hipĂłcrita, interesseira e covarde. Manter-me a uma distĂąncia segura de tudo e de todos que exalam negatividade me tornarĂĄ mais feliz e satisfeito.
NĂŁo sou obrigado a viver de acordo com o que os outros esperam que eu seja, a me vestir de acordo com o que as vitrines vendem, a ouvir o que as rĂĄdios me empurram. NĂŁo me sujeito a padrĂ”es arcaicos que sĂł fazem achatar tudo aquilo que vibra o meu coração. Sou alguĂ©m que sente, ama e odeia conforme o ritmo de minha essĂȘncia, do que clama meu Ă­ntimo, tĂŁo meu, tĂŁo necessĂĄrio, tĂŁo vivo dentro de mim.
Não sou obrigado a chorar escondido quando a tristeza toma conta de mim, só porque os outros podem me achar uma pessoa fraca. Minha força vem exatamente da dor, meu fortalecimento se reergue exatamente em minhas tempestades emocionais, ou seja, minhas lågrimas servem ao esvaziamento do que me diminui, para que o vazio se preencha pela vontade de recomeçar.
NĂŁo sou obrigado a me sujeitar Ă  grosseria de meus superiores, como se vivĂȘssemos Ă  Ă©poca da escravidĂŁo, como se o pagamento do salĂĄrio fosse prĂ©-requisito para eu me anular frente ao mundo, para eu me isentar de humanidade, de dignidade e do sentir, que me Ă© inerente. NĂŁo posso me permitir aceitar subserviĂȘncia desumana e assĂ©dio diĂĄrio para ter o que comer.
Não sou obrigado a aceitar tudo o que me acontece de ruim com resignação, contendo minha revolta, somatizando minhas frustraçÔes enquanto castigo meu corpo e minha sanidade mental. Tenho o direito de contradizer, de me defender, de gritar a minha dor, para que me reequilibre e siga em frente, sempre, livre do que passou.
Desde que eu não fira o direito do outro, desde que eu não passe por cima de ninguém, poderei me desviar de tudo e de todos que emperram o meu caminhar sereno, ignorando o que não me cabe, tomando para mim o que me ajude, ficando junto a quem me soma verdades, a quem me traz luz, a quem poderei ser tudo o que tenho, a quem me aceite e me acolha, sem delongas, com inteireza e sorriso sincero. A ser feliz, sim, sou obrigado.
*Texto de Marcel Camargo, retirado de ResiliĂȘncia Mag.
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sexta-feira, janeiro 12, 2018 No comentĂĄrios
Queremos um emprego melhor, mas nĂŁo enviamos currĂ­culos. Desejamos um relacionamento mais saudĂĄvel, mas aceitamos as migalhas diĂĄrias do parceiro. Lamentamos a viagem nĂŁo feita, mas nĂŁo ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que Ă© velho e cheira a mofo.
É muito ruim nos sentirmos infelizes, incompletos, vivendo como se faltasse algo, como se nĂŁo tivĂ©ssemos conseguido alcançar nada do que sabemos ser capazes. Essa sensação de descompasso entre o que queremos e o que realmente temos acaba nos impedindo de poder ser feliz aqui e agora. Jamais estaremos completos e teremos tudo o que querĂ­amos, mas isso nĂŁo pode ser tido como obstĂĄculo para mantermos os sonhos acesos.
Muitos de nĂłs parecemos viver um eterno descontentamento em relação a nossas prĂłprias vidas e a tudo o que faz parte dela, bem como em relação ao que estĂĄ ao nosso redor. É como se estivĂ©ssemos enjoados da rotina, das pessoas, do trabalho, da mesma cor de cabelo, das mesmas comidas, enfim, entediados, sem nada que nos encante. Acordamos no mesmo horĂĄrio, prontos para a velha rotina de sempre. E isso cansa.
A rotina Ă© importante, pois nos força a manter certa disciplina em nossas vidas, motivando-nos a nĂŁo ficar parados, preenchendo espaços de nossos dias, de forma a nĂŁo nos tornarmos ociosos. No entanto, hĂĄ que se balancear essa rotina com alguns momentos inusitados, diferentes, surpreendentes, ou nos robotizamos alĂ©m da conta, perdendo, a pouco e pouco, nossa essĂȘncia humana e afetiva.
Fato Ă© que perdemos tempo tentando mudar as pessoas, o mundo, em vĂŁo, e entĂŁo percebemos que a mudança que tanto queremos estĂĄ dentro de nĂłs. Assim, quando mudamos a nĂłs mesmos, tudo se torna melhor, pois o que tanto nos incomoda pode ser algo em nĂłs mesmos. Sermos a mudança que queremos lĂĄ fora pode bem ser o começo de tudo.
Da mesma forma, quantos de nĂłs ansiamos por que as coisas mudem, mas nĂŁo tomamos a atitude necessĂĄria para que isso aconteça? Queremos um emprego melhor, mas nĂŁo enviamos currĂ­culos. Desejamos um relacionamento mais saudĂĄvel, mas aceitamos as migalhas diĂĄrias do parceiro. Lamentamos a viagem nĂŁo feita, mas nĂŁo ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que Ă© velho e cheira a mofo.
Nada vem fåcil, nada. Tudo o que quisermos alcançar requer disposição, luta e coragem. Caso não estejamos dispostos a ultrapassar a linha de nossa zona de conforto, tudo permanecerå na mesma. E, então, só teremos mesmo que nos lamentar sem sair do lugar.
*Retirei esse texto do site ResiliĂȘncia e ele foi escrito por ProfÂș Marcel Camargo.

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quinta-feira, setembro 14, 2017 No comentĂĄrios
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Oi, sou Aline, da Casa 150! Sou professora, dona de casa e minha missĂŁo mais importante: sou mĂŁe da LuĂ­sa, a Lulu.
Aqui vocĂȘ vai encontrar um pouco de tudo: maternidade, rotina, resenha de produtos, coisas de casa, dicas e tudo que me faz feliz.

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