instagram pinterest youtube facebook tumblr
  • Início
  • Decoração
  • Limpeza
  • Maternidade
  • Reforma
  • Viagem
    • Chile
    • Curitiba
    • Rio de Janeiro
    • Salvador
  • Contato

BLOG ALINE RIBEIRO

Minhas sinceras desculpas a todas as pessoas que possam passar pela minha vida, mas eu vou escolher a mim, sempre que preciso for. 
Porque durante muito tempo eu escolhi o outro. Eu fiz pelo outro o que esqueci de fazer por mim. Eu amei o outro, dando tanto de mim a ponto de, muitas vezes, não me ter mais por completo.

Eu me entregava para o outro e esquecia que o mais importante, era me ter no fim de tudo.
É por isso que penso: eu jamais vou me trocar por ninguém nesse mundo. Não mais. Mesmo que me doa abrir mão.
Ainda que partir seja mais um processo a ser superado, só existe uma regra: Se não me faz bem, não me fará falta.
Hoje eu escolho a mim, porque sim. Porque ser eu é tudo o que resta quando ninguém mais está aqui.
Porque eu entendo que a minha capacidade de amar é gigantesca e o não preciso do mínimo que alguém queira me dar. E tudo bem se algum dia eu olhar para o espelho e não encontrar as respostas que procuro.
Porque eu entendo também que não é nos outros que eu vou encontrar essas respostas.
Eu compreendo que não será ninguém que me salvará das tempestades internas e dos dias frios.
Escolho a mim, mesmo com todos os defeitos e inseguranças. Porque eu sei que quando as coisas estiverem ruins, eu estarei aqui.
Porque não é no outro que está a felicidade que por tanto tempo procurei, é aqui, comigo, na minha pele, no meu corpo, dentro de mim.
Texto retirado de Resiliência.mag e escrito por Iânde Albuquerque

Acompanhe o blog nas redes e fique por dentro das novidades:

Instagram ♥ Facebook ♥ Pinterest ♥ Tumblr
sábado, novembro 17, 2018 No comentários

Você será feliz, disse a vida, mas primeiro o tornarei forte e resiliente. Farei você renascer. Ajudarei a segurar os solavancos, a remar contra o vento e a maré, a aprender e a abrir com suavidade o tesouro da fortaleza emocional.
Porque eu, a vida, sou feita de momentos bons e ruins, de dificuldades e de oportunidades, de momentos especiais, de pegadas, de cicatrizes, de companhia, de solidão, de ansiedade, de sossego e dessa sabedoria que refletimos sobre os problemas mais caóticos.
E é quando examinamos a nossa história que compreendemos que tudo aquilo que vivemos forma a nossa personalidade; pois é a dor das feridas que nos constrói e nos ajuda a aceitar, a enfrentar e a nos transformarmos em meio às adversidades.
Porque nunca sabemos o quanto somos fortes até que ser forte se torna a nossa única opção. É neste momento que nos vemos obrigados a contemplar outras realidades mais diversas e menos centradas em nós mesmos e em nossos desejos.
Assim como disse a psiquiatra especialista em morte e cuidados paliativos Elisabeth Kübler-Ross, “As pessoas mais belas com as quais me encontrei são aquelas que conheceram a derrota, conheceram o sofrimento, conheceram a luta, conheceram a perda e encontraram sua forma de sair das profundezas. Estas pessoas têm uma apreciação, uma sensibilidade e uma compreensão da vida que nos enche de compaixão, humildade e uma preocupação amorosa profunda. As pessoas belas não surgem do nada”.

Texto retirado de Resiliência.



Acompanhe o blog nas redes e fique por dentro das novidades:

Instagram ♥ Facebook ♥ Pinterest ♥ Tumblr
terça-feira, setembro 25, 2018 No comentários
Somos rodeados e bombardeados, o dia todo, todos os dias, por regras, preceitos, receitas e conselhos sobre o que fazer ou não. Leis regem nossa conduta em sociedade, no trabalho, no trânsito, até nos procedimentos quando de nossa morte. Obviamente, limites são necessários, quando vivemos em sociedade, no entanto, há que se ponderar acerca do que realmente tomarmos para a nossa vida, ou sufocaremos nossa jornada sob o peso do que esperam que nós façamos.

Não sou obrigado a concordar com aquilo que não condiz com o meu modo de pensar, só para agradar os outros. Tenho sonhos próprios, sentimentos únicos, vontades minhas, ou seja, ninguém me conhece melhor do que eu, portanto terei que tentar viver as minhas verdades da melhor maneira possível, discordando do que me contradiz, ou respiro feito robô, infeliz e frustrado.

Não sou obrigado a engolir a seco quando elevam a voz sem razão, quando me sinto ofendido em minha dignidade, quando me agridem deliberadamente. Para que eu alcance minha autonomia enquanto pessoa, para que eu seja respeitado como cidadão, terei que me impor, que me fazer enxergar. O outro só saberá até onde pode avançar sobre mim, caso eu esclareça os limites de minha paciência.


Não sou obrigado a insistir em um relacionamento já fadado ao fracasso, por medo de desistir, de recomeçar, de me dar novas chances de ser feliz. Minhas desistências são corajosas, são pensadas, repensadas, demandam tempo e muitas lágrimas. Manter-me preso a um vazio de dois que só machuca, por conta dos olhares opressores de quem não mora comigo, nem divide meu arroz e feijão, é uma das piores atitudes que eu posso tomar.
Não sou obrigado a fingir que gosto de quem não me faz bem, de quem não acrescenta, não soma, nem não nada. Desde que eu mantenha o respeito, não distribuirei sorrisos amarelos a gente falsa, hipócrita, interesseira e covarde. Manter-me a uma distância segura de tudo e de todos que exalam negatividade me tornará mais feliz e satisfeito.
Não sou obrigado a viver de acordo com o que os outros esperam que eu seja, a me vestir de acordo com o que as vitrines vendem, a ouvir o que as rádios me empurram. Não me sujeito a padrões arcaicos que só fazem achatar tudo aquilo que vibra o meu coração. Sou alguém que sente, ama e odeia conforme o ritmo de minha essência, do que clama meu íntimo, tão meu, tão necessário, tão vivo dentro de mim.
Não sou obrigado a chorar escondido quando a tristeza toma conta de mim, só porque os outros podem me achar uma pessoa fraca. Minha força vem exatamente da dor, meu fortalecimento se reergue exatamente em minhas tempestades emocionais, ou seja, minhas lágrimas servem ao esvaziamento do que me diminui, para que o vazio se preencha pela vontade de recomeçar.
Não sou obrigado a me sujeitar à grosseria de meus superiores, como se vivêssemos à época da escravidão, como se o pagamento do salário fosse pré-requisito para eu me anular frente ao mundo, para eu me isentar de humanidade, de dignidade e do sentir, que me é inerente. Não posso me permitir aceitar subserviência desumana e assédio diário para ter o que comer.
Não sou obrigado a aceitar tudo o que me acontece de ruim com resignação, contendo minha revolta, somatizando minhas frustrações enquanto castigo meu corpo e minha sanidade mental. Tenho o direito de contradizer, de me defender, de gritar a minha dor, para que me reequilibre e siga em frente, sempre, livre do que passou.
Desde que eu não fira o direito do outro, desde que eu não passe por cima de ninguém, poderei me desviar de tudo e de todos que emperram o meu caminhar sereno, ignorando o que não me cabe, tomando para mim o que me ajude, ficando junto a quem me soma verdades, a quem me traz luz, a quem poderei ser tudo o que tenho, a quem me aceite e me acolha, sem delongas, com inteireza e sorriso sincero. A ser feliz, sim, sou obrigado.
*Texto de Marcel Camargo, retirado de Resiliência Mag.
Acompanhe o blog nas redes e fique por dentro das novidades:

Facebook  ♥ Instagram ♥ Youtube
sexta-feira, janeiro 12, 2018 No comentários
As vezes sol, às vezes tempestade, é assim que as flores crescem, e graças a todas as tempestades, eu cresci.
Graças ao sol, eu flori.
Os meus trinta e poucos anos me ensinaram que a melhor fase da vida começa quando você decide que vai se fazer feliz em primeiro lugar.
Isso exige um certo egoísmo, porque seu compromisso maior é ser feliz, para então poder fazer outras pessoas felizes, você precisa se salvar para poder então salvar alguém. Você precisa se ajudar antes de ajudar a quem precisa.
A maturidade nos ensina, que não, não somos obrigados a absolutamente nada.
Hoje eu sei, o que quero, o que não quero, e o mais importante, não tenho medo de dizer a ninguém, que não ! Simplesmente não, hoje não. Experimente e descubra como é libertador, tomar as rédeas do seu destino e fazer acontecer.
Existe dentro de cada um de nós, uma força maior, uma resiliência indescritível, e Deus nos fez assim com um único propósito, que aprendamos a nos fazer feliz em primeiro lugar.
Então aprenda por favor, se faça feliz e todo o resto se ajeita, as coisas fluem, o destino cumpre seu curso, o Universo conspira, e até os ventos contrários nos empurram na direção certa.
E lembre-se, a direção certa é aquela que faz seu coração bater acelerado, que faz seus olhos brilharem e que da sentido à vida.
O tempo ensina, mas só aprende quem decide não ser mais a vítima e passa a ser o seu próprio herói.
Os meus trinta e poucos anos, me ensinaram que me aceitar como sou, é descobrir um dos maiores amores do mundo, o amor próprio.
Mal posso esperar pelos próximos trinta anos, e com o coração cheio de amor, eu vou vivendo com muita gratidão, e um único desejo, que nada nesse mundo consiga tirar a minha paz, e que a luz que um dia me tirou da escuridão nunca deixe de brilhar.
*Texto de Wandy Luz, retirado de Resiliência Mag.
Acompanhe o blog nas redes e fique por dentro das novidades:

Facebook  ♥ Instagram ♥ Youtube
sábado, outubro 14, 2017 No comentários
Queremos um emprego melhor, mas não enviamos currículos. Desejamos um relacionamento mais saudável, mas aceitamos as migalhas diárias do parceiro. Lamentamos a viagem não feita, mas não ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que é velho e cheira a mofo.
É muito ruim nos sentirmos infelizes, incompletos, vivendo como se faltasse algo, como se não tivéssemos conseguido alcançar nada do que sabemos ser capazes. Essa sensação de descompasso entre o que queremos e o que realmente temos acaba nos impedindo de poder ser feliz aqui e agora. Jamais estaremos completos e teremos tudo o que queríamos, mas isso não pode ser tido como obstáculo para mantermos os sonhos acesos.
Muitos de nós parecemos viver um eterno descontentamento em relação a nossas próprias vidas e a tudo o que faz parte dela, bem como em relação ao que está ao nosso redor. É como se estivéssemos enjoados da rotina, das pessoas, do trabalho, da mesma cor de cabelo, das mesmas comidas, enfim, entediados, sem nada que nos encante. Acordamos no mesmo horário, prontos para a velha rotina de sempre. E isso cansa.
A rotina é importante, pois nos força a manter certa disciplina em nossas vidas, motivando-nos a não ficar parados, preenchendo espaços de nossos dias, de forma a não nos tornarmos ociosos. No entanto, há que se balancear essa rotina com alguns momentos inusitados, diferentes, surpreendentes, ou nos robotizamos além da conta, perdendo, a pouco e pouco, nossa essência humana e afetiva.
Fato é que perdemos tempo tentando mudar as pessoas, o mundo, em vão, e então percebemos que a mudança que tanto queremos está dentro de nós. Assim, quando mudamos a nós mesmos, tudo se torna melhor, pois o que tanto nos incomoda pode ser algo em nós mesmos. Sermos a mudança que queremos lá fora pode bem ser o começo de tudo.
Da mesma forma, quantos de nós ansiamos por que as coisas mudem, mas não tomamos a atitude necessária para que isso aconteça? Queremos um emprego melhor, mas não enviamos currículos. Desejamos um relacionamento mais saudável, mas aceitamos as migalhas diárias do parceiro. Lamentamos a viagem não feita, mas não ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que é velho e cheira a mofo.
Nada vem fácil, nada. Tudo o que quisermos alcançar requer disposição, luta e coragem. Caso não estejamos dispostos a ultrapassar a linha de nossa zona de conforto, tudo permanecerá na mesma. E, então, só teremos mesmo que nos lamentar sem sair do lugar.
*Retirei esse texto do site Resiliência e ele foi escrito por Profº Marcel Camargo.

Acompanhe o blog nas redes e fique por dentro das novidades:


Facebook  ♥ Instagram ♥ Youtube
quinta-feira, setembro 14, 2017 No comentários
Older Posts

Sobre mim


Whats-App-Image-2019-08-24-at-17-06-42

Oi, sou Aline, da Casa 150! Sou professora, dona de casa e minha missão mais importante: sou mãe da Luísa, a Lulu.
Aqui você vai encontrar um pouco de tudo: maternidade, rotina, resenha de produtos, coisas de casa, dicas e tudo que me faz feliz.

Me acompanhe

Categorias

Beleza Casamento Decoração Dicas de Limpeza Filmes/Séries Livros Maternidade Reforma Viagem

Posts recentes

Arquivo do Blog

  • ▼  2023 (8)
    • ▼  março (3)
      • Receita: Conchiglione Recheado com presunto e queijo
      • Como limpar mesa ou balcão com tampo de vidro?
      • Brincadeira para Chá Revelação: Encontre a chupeta
    • ►  janeiro (5)
  • ►  2020 (5)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (3)
    • ►  março (1)
  • ►  2019 (39)
    • ►  dezembro (3)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (5)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (2)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (5)
    • ►  abril (4)
    • ►  março (5)
    • ►  fevereiro (8)
    • ►  janeiro (4)
  • ►  2018 (63)
    • ►  dezembro (7)
    • ►  novembro (7)
    • ►  outubro (9)
    • ►  setembro (7)
    • ►  agosto (4)
    • ►  julho (1)
    • ►  abril (5)
    • ►  março (6)
    • ►  fevereiro (3)
    • ►  janeiro (14)
  • ►  2017 (144)
    • ►  dezembro (7)
    • ►  novembro (12)
    • ►  outubro (16)
    • ►  setembro (14)
    • ►  agosto (14)
    • ►  julho (11)
    • ►  junho (10)
    • ►  maio (14)
    • ►  abril (10)
    • ►  março (12)
    • ►  fevereiro (10)
    • ►  janeiro (14)
  • ►  2016 (106)
    • ►  dezembro (5)
    • ►  novembro (7)
    • ►  outubro (13)
    • ►  setembro (8)
    • ►  agosto (9)
    • ►  julho (5)
    • ►  junho (12)
    • ►  maio (16)
    • ►  abril (13)
    • ►  março (7)
    • ►  fevereiro (4)
    • ►  janeiro (7)
  • ►  2015 (61)
    • ►  dezembro (6)
    • ►  novembro (5)
    • ►  outubro (6)
    • ►  setembro (5)
    • ►  agosto (4)
    • ►  julho (6)
    • ►  junho (9)
    • ►  maio (6)
    • ►  abril (3)
    • ►  março (4)
    • ►  fevereiro (4)
    • ►  janeiro (3)
  • ►  2014 (25)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (6)
    • ►  agosto (2)
    • ►  julho (4)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (2)
    • ►  janeiro (5)
  • ►  2013 (98)
    • ►  dezembro (5)
    • ►  novembro (3)
    • ►  outubro (3)
    • ►  setembro (6)
    • ►  agosto (5)
    • ►  julho (15)
    • ►  junho (9)
    • ►  maio (13)
    • ►  abril (6)
    • ►  março (12)
    • ►  fevereiro (3)
    • ►  janeiro (18)
  • ►  2012 (96)
    • ►  dezembro (10)
    • ►  novembro (5)
    • ►  outubro (12)
    • ►  setembro (6)
    • ►  agosto (9)
    • ►  julho (20)
    • ►  junho (15)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  março (3)
    • ►  fevereiro (3)
    • ►  janeiro (11)
  • ►  2011 (28)
    • ►  dezembro (7)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (9)
    • ►  julho (10)

O QUE VOCÊ PROCURA?

Tecnologia do Blogger.

Acompanhe no Youtube







Posts mais Populares

  • Inspiração: Tatuagens para casal
  • 10 Templates para Stories do Instagram
  • 10 Wallpapers super fofos de GATINHOS para seu celular GRÁTIS!
  • 10 Templates para você arrasar nos Stories do Instagram!
  • 10 Wallpapers DELICADOS para seu celular GRÁTIS!
ME ACOMPANHE NO @INSTAGRAM

Created with by ThemeXpose | Free Blogger Templates